06/12/2018 07:08

Quantidade de visualizações: 535

Paulo César Desidério com Asis Wébio

O professor Raimundo França foi eleito o novo coordenador do Campus da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Tangará da Serra. Candidato único, o doutor em ciência política substitui Anderson Fernandes a partir de janeiro de 2019. A totalidade da gestão tem duração de quatro anos.

De acordo com o coordenador eleito, a grande missão a frente da instituição será aproximar a Unemat da população de Tangará da Serra em geral. Por aqui, estudam acadêmicos tangaraenses, mas também dos municípios de Barra do Bugres, Denise, Nova Olímpia, entre outros.

“A gente pretende muitas coisas, mas o principal objetivo nosso é fazer com que a Unemat seja muito mais próxima da comunidade de Tangará da Serra e da microrregião cumprindo o seu papel mais importante que é dar extensão universitária, dar ensino, dar pesquisa. Fazer um pouco com que a comunidade conheça mais o nosso trabalho e seja atendida exatamente pela universidade, pelos nossos profissionais nas diversas áreas do conhecimento que nós ali temos e as diversas inovações que a gente tem tentado criar para solucionar alguns problemas frente ao ensino, algumas questões de cunho agrícola, na esfera das linguagens e assim sucessivamente”, afirmou.

Raimundo agradeceu a imprensa pelo papel de divulgação das ações da universidade e ressaltou que a visibilidade junto à população acaba por exigir ainda mais de toda equipe. Sobre o contingenciamento esperado no orçamento, o professor destacou que será necessário economia para que a aplicação dos recursos seja feita sem que haja prejuízos à comunidade acadêmica.

“O desafio é muito grande porque as demandas são muitas. Em certa medida o nosso orçamento é curto, mas a gente vai tentar ser o mais eficiente possível no sentido de tentar fazer sempre o melhor para a comunidade, economizando sempre naquilo que for possível para fazer com que a comunidade seja sempre atendida na melhor qualidade. Que a gente possa oferecer, sobretudo, com esse calor humano, que é o que de fato a gente está precisando não só na universidade de um modo geral, mas eu diria que na sociedade em si. Rever um pouco as nossas relações humanas, pensando sempre no ser humano como uma pessoa importante, todos eles indistintamente”, completou.