13/06/2018 13:20

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Rádio Pioneira com Gazeta Digital

Foto: Chico Ferreira (GD)

s desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) retomam na quinta-feira (14) processo que julga o deputado estadual Gilmar Fabris (PSD) por supostamente ter desviado R$ 1,5 milhão da Assembleia Legislativa (ALMT).

O exame deve ser retomado após pedidos de vistas do desembargadores Orlando Perri e Alberto Ferreira. Os magistrados votam pela possível condenação a prisão e perda do cargo publico. A favor da condenação estão 16 desembargadores. Outros 3 votaram pela absolvição.

Narra a denúncia que, durante o ano de 1996, o réu Gilmar Fabris, então presidente da Assembleia Legislativa, em conluio com o ex-deputado José Geraldo Riva e os servidores Guilherme da Costa Garcia, Agenor Jácomo Clivati e Djan da Luz Clivati, “associaram-se com o fim de cometer crimes”.

De acordo com a peça acusatória, os denunciados desviaram dinheiro público. Na oportunidade, Fabris, Riva e Guilherme da Costa assinaram 123 cheques, totalizando a quantia de R$ 1,5 milhão. O Dinheiro era destinado a mais de 30 empresas como suposto pagamento de serviços prestados ao órgão.

Porém, segundo o Ministério Público, as transações eram fraudulentas. Em momento posterior, as quantias eram depositadas em contas ligadas ao esquema.

O processo no Tribunal de justiça de Mato Grosso julga apenas Gilmar Fabris por prerrogativa de foro privilegiado. Os outros nomes tiveram processo desmembrado e os autos foram encaminhados para a Justiça comum.