02/04/2018 13:17

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Marlenne Maria com Asis Wébio

Foto: Asis Webio/Rádio Pioneira

Em sua fala na Tribuna na última sessão ordinária da Câmara de Vereadores, Fábio Brito voltou a cobrar do Executivo Municipal o repasse da RGA aos servidores públicos municipais de Tangará da Serra. A reposição geral anual vem sendo pauta de cobranças constantes, mas não foi paga no ano de 2017.

Segundo o vereador, o Executivo já deveria ter apresentado estudos visando o repasse para o ano de 2018, mas ainda não o fez. “Até agora nada. E por isso nosso clamor foi para que o prefeito verifique junto à sua equipe técnica que pague a RGA atrasada e estude também o repasse deste ano”.

O vereador afirmou ainda em entrevista à Rádio Pioneira que o município tem arrecadado inclusive com superávit e não há justificativa para o prefeito dizer que não tem recurso. “Recurso tem, falta a vontade administrativa de ar a RGA que é um direito constitucional. O servidor público tem direito à reconstituição das perdas referentes aos 12 meses em seus salários. O que não pode é acontecer este calote que vem ocorrendo nesta gestão, que entende que o problema da cidade é o servidor público. Não é isto. É falta de capacidade técnica de alguns secretários e do próprio prefeito que não ouve pessoas e instituições”, afirmou.

Fábio Brito afirmou ainda que há cidades no interior de Mato Grosso, onde “é o servidor que faz acontecer”. “Faz acontecer para que a cidade arrecade mais, preste um serviço público de excelência, fazendo com que empresários invistam em várias cidades. O contrári0o de Tangará que enfrenta problemas na infraestrutura pública, saúde pública e também de estradas. Isto tudo é ponto de falha administrativa, tanto de alguns secretários, quanto do Prefeito, que não ouve vereadores e entidades de classe que tem ideias e vontade de ajudar, mas existe uma situação: aquele que tem vontade de ajudar e aquele que tem interesse de ser ajudado. Sozinho ninguém administra. O pedido é que o prefeito cesse esta possível briga que existe com o servidor público, pague a RGA e faça uma administração para um Tangará para os próximos 30, 40 ou 50 anos se for o caso”.