16/03/2018 14:02

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Paulo César Desidério com Gilvan Melo

Na última terça-feira (13), profissionais da educação que atuam em Tangará da Serra estiveram reunidos no Centro de Formação e Atualização dos Profissionais da Educação Básica de Mato Grosso (Cefapro) para discutir as novidades incluídas na Base Nacional Comum Curricular.

De acordo com Antônio Marcos da Costa, diretor do Cefapro Tangará da Serra, a Base possui respaldo legal desde a promulgação da Constituição Federal do Brasil em 1988, com amparo também das Leis de Diretrizes de Base (LDB).

“Já era previsto que a educação brasileira teria uma Base Nacional Comum Curricular. O que é isso? Seria o aprendizado mínimo que cada um teria por ano na escola. Por exemplo, em geografia. O que um aluno do 1º ano tem que aprender, no 2º, no 3º, para diminuir essas distâncias no aprendizado”, explica, ao relatar que as obrigatoriedades e metas anuais precisarão ser atingidas;
“Alunos, escolas, professores, sistemas de ensino, secretarias municipais, secretarias estaduais, não só o público, o particular também. Os currículos das universidades também tem que se voltar para essa base. Se ela tem força de lei, as universidades vão ter que entender o que é essa base para formar o professor e trabalhar com o aluno. Também é importante”, acrescentou.

Antônio relatou que o encontro serviu para montar uma comissão regional.

“Nós apresentamos a base aos profissionais. A partir desse encontro foi montada a comissão regional. Todas as cidades que pertencem ao polo de Tangará e fazem parte. Então, nós escolhemos secretários e assessores para nos ajudar nessa comissão e depois vai vir um texto preliminar. A base está formada, é 60% aqueles conteúdos, aquele aprendizado que os alunos tem que ter no mínimo. E agora, nós vamos trabalhar a parte diversificada. Colocar o olhar do Mato Grosso, a educação escolar indígena, quilombola por exemplo”, explica o diretor.