13/11/2017 07:26

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Marlenne Maria com Aline Schwaab

Salto das Nuvens - o mais conhecido ponto turístico de Tangará. (foto: reprodução)

O pedido foi feito por meio de indicação ao Executivo na sessão ordinária da Câmara na última terça-feira. Ele lembrou que muitas vezes tem buscado atenção da gestão municipal para a atividade.

Desta vez o vereador sugeriu que seja implantado em local estratégico um mapa da rota turística em Tangará. “Observo que pessoas que vem de fora, convidadas por amigos e parentes, quando chegam em Tangará tem dificuldades para descobrir o caminho para alguma cachoeira ou rio. Até o ponto turístico mais conhecido, que é o Salto das Nuvens tem esta dificuldade”, disse.

O vereador ressaltou entender que se for implantado o mapa com a rota turística todos sairão ganhando. “Até para pessoas daqui terão mais facilidade para encontrar os locais, mas especialmente para os que vem de fora”, disse.

Feira do Produtor

Outra indicação apresentada pelo vereador na sessão ordinária sugere estudos no sentido de transformar a feira do produtor em um mercado municipal. “Todos sabem que a feira do centro é histórica e agora está às portas de ser inaugurada a feira da Vila Alta em local novo. Com relação à feira da Rua 26, indicamos que o Executivo junto com os feirantes comece a discutir a ideia de transformar a feira em mercado municipal”.

Segundo Sebastian, Tangará da Serra e região já comportam um mercado municipal. “Quem conhece estruturas fora daqui sabe que os mercados municipais começaram pequenos. Os grandes e históricos como os de São Paulo Salvador, Recife, Belém e Porto Alegre, começaram em locais pequenos. Tangará já tem capacidade e porte para transformar a feira municipal em mercado municipal, possibilitando a venda diária e o acesso diário da população àquele local”, justificou.

Greve

Sobre a greve dos servidores públicos que tem inclusive prejudicado alguns serviços na Câmara, Sebastian disse que defende o direito de cobrança dos direitos e pediu que não haja julgamento sem conhecimento dos motivos. “Nosso entendimento é de que o servidor público tem direito à sua greve. Aquilo que é legalmente correto e coerente, defendo e aprovo. Se os direitos que estão sendo aviltados, o que eles conseguem fazer é o movimento grevista. Portanto, minha fala é de apoio ao movimento grevista, embora eu entenda o transtorno que isto gera. Mas, na condição de parlamentar, de cidadão e professor, defendo o direito de cada um. E peço compreensão aos tangaraenses no sentido de entender que motivos levaram a esta greve. Cabe a orientação de não julgar antecipadamente. Antes de julgar, o meu pedido é de que compreendamos os motivos para termos uma opinião mais sensata”.