28/10/2017 07:33

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Marlenne Maria - da Redação

A panfletagem foi realizada nesta sexta-feira em frente à Praça da Igreja Matriz na Avenida Brasil. Além da distribuição de panfletos explicativos, as equipes passaram também pelas unidades de saúde orientando sobre o combate ao mosquito.

A Coordenadora da Vigilância Ambiental de Tangará da Serra Izabela Gomes destacou que os eventos integraram a programação da Semana Nacional de Combate ao Aedes Aegypti. “Esta foi a semana nacional de combate ao Aedes Aegypti. É um mosquito pequeno, mas que faz um estrago muito grande. Estivemos então orientando a população sobre a importância do combate a este vetor”, disse.

Segundo ela, Tangará da Serra teve grande redução neste ano no número de casos de Zika e Dengue. Até agora foram registradas 30 notificações de Zika, todas ainda aguardando resultados de exames. Também foram registrados vários casos de dengue. Do total de notificações, 127 exames deram positivo. 160 casos estão descartados. “O que preocupa bastante é Chikungunya com 30 casos registrados. Seis deles foram descartados e 22 são positivos. Nos preocupa porque no ano passado não havia casos registrados de Tangará. Tínhamos só casos importados. E hoje temos 22 casos confirmados dentro do município”, explica a coordenadora.

Ela pediu à população tangaraense que cuide do quintal. “Os agentes têm orientado a todos e é importante que a população nos ajude. Quem tiver sintomas também precisa ficar atento e procurar as unidades de saúde. Se sentirem dores no corpo ou febre. No caso da Chikungunya acontecem também dores nas articulações. O médico pode orientar a pessoa e se tiver suspeita das doenças transmitidas pelo mosquito vai pedir o exame e tratar os sintomas”.

Izabela lembrou que até uma tampinha de garrafa serve de criadouro para o mosquito. E fez um alerta: “No ano passado tivemos uma crise hídrica e aquelas caixas que foram usadas com depósitos de água hoje servem de criadouros. Os agentes têm encontrado muitas larvas do Aedes dentro destes depósitos. Então, é importante que olhem com atenção para que o mosquito não se prolifere”.

A coordenadora alertou ainda que os reservatórios de água precisam ficar tampados, bem como o pequeno orifício que as caixas d’água têm para entrada de canos. “Deve ser tampado também porque possibilita a entrada dos mosquitos. E também é preciso lavar muito bem os recipientes. Inclusive as vasilhas de água dos animais precisam desta atenção. Ás vezes tem um pequeno cisco no fundo e pode ser o ovo do Aedes”.

Vacinação antirrábica

A Vigilância Ambiental já está realizando a vacinação de cães e gatos contra a raiva animal na zona rural do município. Segundo Izabela, o período de vacinação no campo foi prorrogado. “A campanha na zona rural será prorrogada até 30 de novembro. Teremos então mais tempo para atender sítios e chácaras distantes do centro urbano”.

Na zona urbana a vacinação está marcada para o dia 04 de novembro, devendo acontecer em todas as unidades de saúde e alguns pontos extras.

Para mais informações o telefone de contato da equipe da Vigilância Ambiental é o 9-9323-7679.

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