04/01/2017 13:41

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Rádio Pioneira com G1/MT

Mosquito Aedes aegypti é transmissor de doenças como dengue, vírus da zika e febre chikungunya. (Foto: Paulo Whitaker/Reuters)

Mato Grosso deverá receber R$ 3 milhões para combater o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, vírus da zika e febre chikungunya. Os recursos são do Ministério da Saúde. O repasse consta de portaria publicada no Diário Oficial da União no dia 29 de dezembro de 2016 e deverá ser feito em duas etapas. A prevenção tem que ser intensificada nesta época do ano porque as chuvas propiciam o acúmulo de água, ambiente favorável à reprodução do mosquito.

A primeira parcela, imediata, é de R$ 1,8 milhão. A segunda, no valor de R$ 1,2 milhão, tem previsão de ser repassada até o final de junho, mas a Secretaria Estadual de Saúde deverá cumprir alguns critérios. Até o dia 3 de dezembro do ano passado, Mato Grosso havia contabilizado 27.680 casos de dengue, 24.535 de vírus da zika e 1.442 de febre chikungunya.

Conforme o Ministério da Saúde, para que Mato Grosso receba a segunda etapa do repasse para combater o Aedes aegypti, os municípios deverão fazer o Levantamento Rápido de Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) para os casos de cidades com mais de dois mil imóveis. Nos municípios com menos de 2 mil imóveis, deverá ser feito o Levantamento de Índice Amostral (LIA).

No estado, as cidades sem infestação do mosquito também terão que fazer monitoramento, mas por ovitrampa (armadilha de ovos) ou larvitrampa (armadilha de larvas). De forma excepcional, segundo o Ministério da Saúde, serão consideradas metodologias alternativas de levantamento de índices por parte dos municípios, mas desde que as informações sejam repassadas ao governo federal.